domingo, 12 de julho de 2020

13/07 - 6º ano - língua portuguesa


ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR:

O que são e para que servem teias de aranhas?

    No mundo, existem mais de 45 mil espécies de aranha! E todas elas são capazes de produzir uma teia. A teia de aranha é, na verdade, uma armação de fios bem finos de seda.
    Bem finos mesmo! A espessura da seda produzida pela aranha é mais ou menos 10 vezes menor que a de um fio de cabelo. E são muito elásticos. Dá para esticar bem um fio desses sem que eles se rompam – 40% a mais que o comprimento normal!
    Os fios da teia são produzidos no abdome da aranha, em uma glândula chamada “sericígena”. Uma substância líquida sai do corpo do animal por pequenos tubinhos, pelas fiandeiras. Essa sustância se transforma em um fio de seda quando entra em contato com o ar. As fiandeiras controlam a quantidade e a espessura de seda que é produzida.
    Esses fios formam diferentes desenhos, com diversas funções. Tudo depende da espécie de aranha e do porquê ela constrói a teia. Geralmente é a aranha fêmea que produz a seda e faz a teia.
    É muito fácil encontrarmos as chamadas aranhas araneomorfas. São as mais comuns, presentes até dentro e ao redor das nossas casas. Mas também vivem em florestas, campos e todos os ambientes terrestres. Elas constroem as teias clássicas. Essas espécies podem produzir sete diferentes tipos de sedas!
    As migalomorfas são conhecidas como as aranhas caranguejeiras. Elas vivem principalmente escondidas embaixo de rochas e troncos caídos, e cavam tocas. Não constroem teias para alimentação (só para reprodução) e normalmente se alimentam de insetos não voadores, como formigas, besouros, grilos e baratas. Existem também as mesothelae. A maior parte das espécies desse grupo de aranhas já foi extinta.
    A teia de captura serve para prender pequenos insetos que depois serão devorados. Parte dela é coberta por uma substância viscosa, que gruda nas vítimas. A teia de cópula serve como ninho para a reprodução das aranhas, na forma de um copinho. E a teia de refúgio é uma casa para a aranha. Ela é formada por um grande emaranhado de fios, e parece um pequeno tubo.
Luiza Lages. Disponível em: <https://minasfazciencia.com.br/infantil/2019/09/11/o-que-sao-e-para-que-servem-teias-de-aranhas/>. Acesso em: 17 de junho de 2020.

Questões

Questão 1 – Identifique o trecho em que a autora define “teia de aranha”:

Questão 2 – Na oração “E são muito elásticos.”, o termo grifado foi usado para:
(     ) explicar um aspecto dos fios da teia de aranha.
(     ) intensificar um aspecto dos fios da teia de aranha.
(     ) complementar um aspecto dos fios da teia de aranha.

Questão 3 – Na parte “Geralmente é a aranha fêmea que produz a seda e faz a teia.”, o vocábulo destacado exprime uma circunstância de:
(     ) lugar.
(     ) modo.
(     ) tempo.

Questão 4 – Leia as seguintes afirmações:
I. Quase todas as espécies de aranha produzem teias.
II. A maior parte das espécies de aranha já não existe mais.
III. As aranhas, popularmente conhecidas como “caranguejeiras”, são as mais comuns.
IV. Os formatos das teias de aranha variam, de acordo com a finalidade a que elas se propõem.
Segundo as informações presentes no texto, está correto o que se afirma em:
(     ) IV.
(     ) II e IV.
(     ) I, III e IV.

Questão 5 – No segmento “[…] normalmente se alimentam de insetos não voadores, como formigas, besouros, grilos e baratas.”, a autora do texto cita um hábito:
(     ) das araneomorfas.
(     ) das migalomorfas.
(     ) das mesothelae.

Questão 6 – Na passagem “Ela é formada por um grande emaranhado de fios, e parece um pequeno tubo.”, a autora do texto descreve:
(     ) a teia de captura.
(     ) a teia de cópula.
(     ) a teia de refúgio.

sexta-feira, 10 de julho de 2020

10/07 - PRODUÇÃO TEXTUAL - 6º ANO

TEMA: PRODUÇÃO DE UM RELATO DE VIAGEM





OBSERVE:

Coronavírus: Disney dispensará funcionários temporariamente por ... Japão - Guia Completo | CI Intercâmbio e Viagem




1. DISNEY
2. JAPÃO

      ESCOLHA UM DESSES LUGARES E FAÇA UM RELATO DE VIAGEM, COMO SE VOCÊ TIVESSE IDO PARA UM DESSES LUGARES. USE A IMAGINAÇÃO. NO TEXTO VOCÊ PODE COLOCAR ALGUNS PERRENGUES QUE ACONTECERAM, ALGO ENGRAÇADO E O FINAL DEVE SER LEGAL. MÍNIMO  15 LINHAS.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

AULA 09/07 - LÍNGUA PORTUGUESA

QUAL A DIFERENÇA ENTRE DÍGRAFO E ENCONTRO CONSONANTAL?
Ilustração De Expressão De Pergunta Menina Com Dúvida Ponto De ...

Tanto os encontros consonantais como os dígrafos podem ser a sequência de duas consoantes numa palavra.

A diferença é…

Nos encontros consonantais cada consoante mantém a sua unidade sonora. Cada letra é pronunciada individualmente, apresentando o seu próprio som.
Na palavra gnomo há cinco letras e cinco unidades sonoras distintas: /g/ /n/ /o/ /m/ /u/
Nos dígrafos cada consoante perde a sua unidade sonora. O conjunto das duas letras apresenta um só som.
Na palavra disse há cinco letras, mas apenas quatro fonemas, ou seja, quatro unidades sonoras distintas: /d/ /i/ /s/ /e/.

Encontros consonantais

Os encontros consonantais são quaisquer duas consoantes com som próprio que estejam juntas. Os principais encontros consonantais são formados pelas letras l e r junto com outras consoantes: dr, tr, gr, vr, cr, pr, fr, cl, fl, pl, bl, gl, tl,… 

Palavras com encontros consonantais

  • dragão;
  • trevo;
  • grátis;
  • palavra;
  • clima;
  • flor;
  • planeta;
  • blusa;
  • psicologia;
  • pneu;
  • aftas;
  • objeto;
  • torta;
  • alma;

Dígrafos consonantais

Os dígrafos consonantais são: lh, ch, nh, rr, ss, qu, gu, sc, sç, xc, xs. 

Palavras com dígrafos consonantais

  • telha;
  • chuva;
  • ninho;
  • torre;
  • missa;
  • quilo;
  • seguida;
  • nascido;
  • deo;
  • exceção;
  • exsudar;
Casos especiais

GU

É dígrafo quando a vogal u não é pronunciada, mas é encontro consonantal quando a vogal u é pronunciada.
Dígrafo: guerra, guitarra.
Encontro consonantal: aguentar, pinguim.

QU

É dígrafo quando a vogal u não é pronunciada, mas é encontro consonantal quando a vogal u é pronunciada.
Dígrafo: querosene, quinze.
Encontro consonantal: cinquenta, tranquilo.

XC

É dígrafo quando a consoante c soa como s mas é encontro consonantal quando a consoante c soa como k. 
Dígrafo: exceção, excelente.
Encontro consonantal: exclamar, excursão.

SC

É dígrafo quando seguido de e ou i, mas é encontro consonantal quando seguido de a, o, u, l ou r.
Dígrafo: descer, piscina.
Encontro consonantal: escolha, escravo.

XS

É dígrafo quando seguido de uma vogal, mas é encontro consonantal quando seguido de uma consoante:
Dígrafo: exsuar.
Encontro consonantal: exstar.

segunda-feira, 6 de julho de 2020

AULA 07/07 - LÍNGUA PORTUGUESA - 7º ANO

TEMA: MODO IMPERATIVO


Atividade: Complete a receita culinária com os verbos no modo imperativo indicados a seguir:
verbos no imperativo

Pão caseiro


    Ingredientes:
    2 e 1/2 copos de água morna
    2 colheres (sopa) de açúcar
    1 colher de sal
    1 ovo
    1 copo de óleo
    1 kg de farinha de trigo
    50 g de fermento de padaria

    Modo de Preparo:
  1. _______________ o fermento e a água morna, _________________.
  2. No liquidificador, ________________ o açúcar, o óleo, o sal, o ovo e a água com o fermento por alguns minutos.
  3. ________________ a massa e __________________ a farinha de trigo aos poucos, misturando com as mãos.
  4. _________________ a farinha de trigo até que a massa desgrude das mãos e _________________ crescer por 1 hora.
  5. ________________ a massa em partes e ________________ os pães.
  6. ________________ crescer, novamente, por 40 minutos.
  7. ________________ para assar por 30 minutos.


Inspire-se

1.Conheça-se
A melhor maneira de fazer boas escolhas é saber das suas habilidades e dos desafios que precisa enfrentar para seguir. Se tiver chance, ajude os outros a descobrir o próprio caminho também, principalmente os mais jovens.
2. Não limite
Todo mundo tem dentro de si um potencial a ser desenvolvido. E muita gente só precisa de uma oportunidade para mostrar que pode ir longe. Acredite no talento das pessoas, evitando pré-julgamentos danosos.
Revista “Todos”, out. e nov. 2019, p. 13.

Questão 1 – No período abaixo, há um verbo no modo imperativo. Sublinhe-o:
“Se tiver chance, ajude os outros a descobrir o próprio caminho também, principalmente os mais jovens.”
Questão 2 – Os verbos no modo imperativo “Inspire-se” e “Conheça-se” foram empregados:
(     ) na voz ativa.
(     ) na voz passiva.
(     ) na voz reflexiva.

Questão 3 – Aponte um verbo que poderia substituir o verbo no imperativo “Acredite”:
R:

Questão 4 – Os verbos no imperativo, presentes no texto, referem-se:
(     ) à 1ª pessoa do singular.
(     ) à 2ª pessoa do singular.
(     ) à 3ª pessoa do singular.

Questão 5 – Os verbos no imperativo foram usados no texto para:
(     ) alertar.
(     ) ordenar.
(     ) aconselhar.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

03/06- PRODUÇÃO TEXTUAL - 7º E 8º ANO

TEMA: TEXTO EXPOSITIVO

Texto Expositivo

O texto expositivo é um tipo de texto que visa a apresentação de um conceito ou de uma ideia.
Muito comum esse tipo de texto ser abordado no contexto escolar e acadêmico, uma vez que inclui formas de apresentação, tais como: seminários, artigos acadêmicos, congressos, conferências, palestras, colóquios, entrevistas, dentre outros.
Características dos textos expositivos:
No texto expositivo, o objetivo central do locutor (emissor) é explanar sobre determinado assunto, a partir de alguns recursos linguísticos, tais como:
  • conceituação: exposição dos conceitos relacionados a um determinado tema.
  • definição: explicação e definição sobre os temas relacionados com o assunto abordado.
  • descrição: análise mais pormenorizada de aspectos referentes ao tema.
  • comparação: relação entre dois ou mais conceitos distintos e que podem se complementar.
  • informação: reunião de conhecimentos e dados relacionados com o tema.
  • enumeração: ordenação dos itens essenciais relacionados com o tema abordado e especificação de cada um deles.

Tipos de textos expositivos

De acordo com seu objetivo central, os textos expositivos são classificados em dois tipos:

1. Texto expositivo-argumentativo

Nesse caso, além de apresentar o tema, o emissor foca nos argumentos necessários para a explanação de suas ideias.Dessa forma, recorre aos diversos autores e teorias para comparar, conceituar e defender sua opinião.
2. Texto expositivo-informativo
Nesta ocasião, o objetivo central do emissor é simplesmente transmitir as informações sobre determinado tema, sem grandes apreciações e, por isso, com o máximo de neutralidade.
Podemos pensar numa apresentação sobre os índices de violência no país, de modo que o conjunto de informações, gráficos e dados sobre o tema, apresentam informações sobre o problema, sem defesa de opinião.
Exemplos de textos expositivos
Observe a seguir alguns exemplos de textos expositivos:

Verbete de dicionário

Significado de Nostalgia (s.f). Tristeza causada pela saudade de sua terra ou de sua pátria; melancolia. Saudade do passado, de um lugar etc. Disfunções comportamentais causadas pela separação ou isolamento (físico) do país natal, pela ausência da família e pela vontade exacerbada de regressar à pátria. Saudade de alguma coisa, de uma circunstância já passada ou de uma condição que (uma pessoa) deixou de possuir. Condição melancólica causada pelo anseio de ter os sonhos realizados. Condição daquele que é triste sem motivos explícitos. (Etm. do francês: nostalgie)
Fonte: Dicionário Online de Português (Dicio)

Enciclopédia

Cervo-do-pantanal (nome científico: Blastocerus dichotomus), também chamado suaçuetê, suaçupu, suaçuapara, guaçupuçu ou simplesmente cervo, é um mamífero ruminante da família dos cervídeos e único representante do gênero Blastocerus. Ocorria em grande parte das várzeas e margens de rios do centro da América do Sul, desde o sul do rio Amazonas até o norte da Argentina, mas atualmente, a espécie só é comum no Pantanal, na bacia do rio Guaporé, na ilha do Bananal e em Esteros del Iberá.
Fonte: Wikipédia

Entrevista

Clarice Lispector, de onde veio esse Lispector?
É um nome latino, não é? Eu perguntei a meu pai desde quando havia Lispector na Ucrânia. Ele disse que há gerações e gerações anteriores. Eu suponho que o nome foi rolando, rolando, rolando, perdendo algumas sílabas e foi formando outra coisa que parece “Lis” e “peito”, em latim. É um nome que quando escrevi meu primeiro livro, Sérgio Milliet (eu era completamente desconhecida, é claro) diz assim: “Essa escritora de nome desagradável, certamente um pseudônimo…”. Não era, era meu nome mesmo.
Você chegou a conhecer o Sérgio Milliet pessoalmente?
Nunca. Porque eu publiquei o meu livro e fui embora do Brasil, porque eu me casei com um diplomata brasileiro, de modo que não conheci as pessoas que escreveram sobre mim.
Clarice, seu pai fazia o que profissionalmente?
Representações de firmas, coisas assim. Quando ele, na verdade, dava era para coisas do espírito.
Há alguém na família Lispector que chegou a escrever alguma coisa?
Eu soube ultimamente, para minha enorme surpresa, que minha mãe escrevia. Não publicava, mas escrevia. Eu tenho uma irmã, Elisa Lispector, que escreve romances. E tenho outra irmã, chamada Tânia Kaufman, que escreve livros técnicos.
Você chegou a ler as coisas que sua mãe escreveu?
Não, eu soube há poucos meses. Soube através de uma tia: “Sabe que sua mãe fazia um diário e escrevia poesias?” Eu fiquei boba…
Nas raras entrevistas que você tem concedido surge, quase que necessariamente, a pergunta de como você começou a escrever e quando?
Antes de sete anos eu já fabulava, já inventava histórias, por exemplo, inventei uma história que não acabava nunca. Quando comecei a ler comecei a escrever também. Pequenas histórias.
(Trecho da última entrevista com a escritora Clarice Lispector, concedida em 1977, ao repórter Júlio Lerner, da TV Cultura).


PRATICANDO: 
    AGORA É COM VOCÊ! ELABORE UM TEXTO EXPOSITIVO.

03/07 - PRODUÇÃO TEXTUAL - 6º ANO

TEMA: RELATO DE VIAGEM


Conceito de relato de viagem :

Gênero textual que descreve as histórias das pessoas que visitaram (quer em férias ou à trabalho) lugares.

Características:

Escrita no tempo passado (verbo no pretérito);

Linguagem informal;

Enredo pessoal (apresenta a opinião do autor sobre o lugar, a cultura, as pessoas, a gastronomia);

Temas variados;

Informação organizada de forma cronológica (apresentando os fatos da forma que eles ocorreram);

Objetividade e precisão (indicam de fato como é realmente o local e os fatos observados) ajudando às pessoas a fazer a imagem do que está sendo retratado;

Pode ter vários formatos: pode ser escrito em forma de diário, ou de cartas ou de crônicas.

Exemplo:

No mês de  julho deste ano, resolvi descansar e aproveitar os poucos dias das minhas férias. Juntei minha família, esposo e filhos, para decidirmos o local de nossa viagem; para isso resolvemos levar em consideração: valor da viagem (o que poderíamos gastar), distância (pois nossas férias eram de apenas 10 dias), conforto e localidade que fosse do gosto de todos.

Escolhemos ficar em nosso Estado, que é região litorânea e tem praias belíssimas. Esta escolha já resolvia as duas primeiras questões dos nossos critérios. Escolhemos um Resort e fomos à uma agência de viagem pois por pacote os gastos seriam mais baixos e juntos poderíamos ver algo que agradasse à todos.  Desta forma conseguimos responder à todos os quesitos pré-estabelecidos.

A viagem foi realizada em nosso próprio carro, com auxílio de GPS conseguimos chegar sem problemas ... embora com alguns sustos no meio do caminho. Tal situação de desconforto foi decorrente ao uso do GPS, que ao invés de indicar as melhores estradas, informou o caminho mais perto e no meio da viagem nos deparamos com estradas de barro, riachos cortando a estrada e muitas curvas e pouca iluminação.

A chegada ao resort quase nos fez esquecer a aventura da ida... como chegamos mais cedo, não pegamos o corre-corre de hóspedes fazendo check-in ou check-out. Nosso quarto foi logo liberado e pudemos nos instalar confortavelmente

Estrutura: Como Fazer um Relato?

Ainda que não exista uma estrutura fixa, para produzir um relato pessoal é essencial estarmos atentos a alguns pontos, por exemplo: quem? (narrador que produz o relato), o que? (fato a ser narrado), quando? (tempo), onde? (local que ocorreu), como? (de que maneira aconteceu o fato) e porque? (qual o causador do fato):
  • Título: ainda que não seja necessário em todos os relatos, há alguns indicados com um título referente ao tema que será abordado.
  • Tema: primeiramente é importante delimitar o tema (assunto) que será abordado no relato pessoal, seja um evento que ocorreu, uma fase da vida, uma conquista, uma superação, ou até mesmo uma história triste.
  • Introdução: pequeno trecho em que aparecem as principais ideias que se quer relatar. Nessa parte é possível encontrar o local, tempo e personagens que fazem parte da narrativa.
  • Contexto: observe em que contexto se passa o relato que será narrado. Fique atento a utilização dos tempos verbais no presente e no passado e ainda ao espaço (local) que ocorrem os fatos.
  • Personagens: observe no seu relato quais são as pessoas envolvidas e de qual maneira devemos mencioná-las no texto. Por exemplo se elas são relevantes e fazem parte do acontecimento.
  • Desfecho: após apresentar a sequência de fatos (ordem dos acontecimentos), é extremamente importante pensar numa conclusão para seu relato, seja uma questão que surgiu com a escrita, ou mesmo uma sugestão para as pessoas enfrentam tal problema.

AGORA É COM VOCÊ, ELABORE UM RELATO DE VIAGEM *...*